A maior objeção de quem está insatisfeito com o fornecedor de benefício quase nunca é o produto novo. É o medo da troca. O RH imagina colaborador sem cartão no meio do mês, planilha refeita à mão, duas plataformas abertas ao mesmo tempo e três semanas de telefone. Esse medo é legítimo, porque com player nacional a migração realmente costuma ser assim. Não precisa ser.
Na Viasoft Pay a troca leva até 10 dias e o trabalho pesado fica com a gente. A empresa entra em dois momentos só: no começo, pra contar o que tem hoje, e no fim, pra distribuir os cartões. O resto acontece sem o RH virar despachante do fornecedor. Vale ver o que cada dia significa de verdade.
Antes de assinar: a conversa que evita surpresa
Antes do contrato, o consultor da sua região já recebe a relação de colaboradores pra montar a simulação e a proposta. Isso muda tudo no prazo, porque quando o contrato é assinado a configuração não começa do zero: ela já tem a base que precisa. Nessa etapa também se define o produto certo, o enquadramento (PAT ou Auxílio, conforme o regime tributário) e a data da primeira recarga. É a hora de perguntar o que estiver pendente, porque depois daqui é execução.
Os primeiros dias: a configuração é nossa
Com o contrato assinado e a base em mãos, a equipe assume o cadastro, a configuração da plataforma e a emissão dos cartões. Se a empresa opera com vários CNPJs ou centros de custo, isso é tratado aqui, pela gente, e não repassado pro seu RH como tarefa. O fornecedor antigo continua funcionando enquanto isso. Ninguém fica sem benefício durante a troca: a operação atual segue de pé até a virada.
A entrega: o cartão chega na matriz
Em até 10 dias a partir da assinatura, os cartões saem fabricados e despachados pra matriz da empresa. Eles chegam com a senha na carta. A matriz distribui internamente pra equipe, do jeito que já faz com qualquer entrega. Quando os cartões chegam, o time de Onboarding agenda uma chamada de 30 minutos com o seu RH pra navegar o painel pela primeira vez e programar a primeira recarga em conjunto. A partir daí, a empresa programa as recargas conforme a própria operação, sem data fixa imposta de fora.
E a fidelidade?
Não existe. A migração não amarra a empresa a multa nem a contrato de permanência. A lógica é simples: se a gente precisar de cláusula de fidelidade pra segurar cliente, é porque o serviço não está segurando sozinho. A relação se mantém pelo que é entregue todo mês, não por penalidade de saída.
É por isso que a migração deixou de ser o obstáculo e virou o argumento. Quem já passou 30 dias esperando cartão de player nacional reconhece o contraste na primeira troca.